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Platão: Vida e Obra

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Platão nasceu em Atenas, em 428/427 a.C. Seu verdadeiro nome era Arístocles. Platão é apelido que derivou, como dizem alguns, de seu vigor físico ou, como contam outros, da amplitude de seu estilo ou ainda da extensão de sua fronte (em grego, platos significa precisamente “amplitude”, “largueza”, “extensão). Seu pai contava orgulhosamente com o rei Codro entre seus antepassados, ao passo que sua mãe se orgulhava do parentesco com Sólon. Assim, é natural que, desde a juventude, Platão já visse na vida política seu próprio ideal: nascimento, inteligência, aptidões pessoais, tudo o levava para essa direção. Esse é um dado biográfico absolutamente essencial, que incidiria profundamente na própria substância de seu pensamento.

Aristóteles relata-nos que Platão foi inicialmente discípulo de Crátilo, seguidor de Heráclito e, posteriormente, de Sócrates. O encontro de Platão com Sócrates deu-se provavelmente quando Platão tinha aproximadamente vinte anos. E certo, porém, que Platão frequentou o círculo de Sócrates com o mesmo objetivo da maior parte dos outros jovens, ou seja, não para fazer da filosofia a finalidade da própria vida, mas para melhor se preparar, pela filosofia, para a vida política. Entretanto, os acontecimentos orientaram a vida de Platão para outra direção.

Platão travou seu primeiro contato direto com a vida política em 404/403 a.C., quando a aristocracia assumiu o poder e dois parentes seus, Cármides e Crítias, tiveram importante participação no governo oligárquico. Foi certamente uma experiência amarga e frustrante para ele, por causa dos métodos facciosos e violentos que constatou serem aplicados exatamente por aqueles nos quais depositava confiança.

Entretanto, seu desgosto com os métodos da política praticada em Atenas deve ter alcançado o máximo de sua expressão com a condenação de Sócrates a morte. 0s responsáveis por essa condenação foram os democratas (que haviam retomado o poder).

Assim, Platão convenceu-se de que para ele, naquele momento, era bom manter-se afastado da política militante. Após o ano de 399 a.C., Platão esteve em Mégara com alguns outros discípulos de Sócrates, hospedando-se na casa de Euclides (provavelmente para evitar possíveis perseguições, que poderiam Ihe advir pelo fato de ter participado do círculo socrático). Entretanto, não se deteve longamente em Mégara.

Em 388 a.C., aos quarenta anos, Platão viajou para a Itália. (Se esteve também no Egito e em Cirene, como se conta, tais viagens devem ter acontecido antes de 388 a.C. No entanto, a autobiografia da Carta VII nada fala sobre elas). 0 desejo de conhecer as comunidades dos Pitagóricos (e, de fato, conheceu Arquita, como sabemos pela Carta VII) o levou a empreender a viagem até a Itália. Durante essa viagem, Platão foi convidado pelo tirano Dionisio I a ir até Siracusa, na Sicília. Certamente Platão esperava poder inculcar no tirano o ideal do rei-filósofo (ideal esse já substancialmente proposto no Górgias, obra que precede a viagem). Em Siracusa, Platão logo se indispôs com o tirano e sua corte (precisamente por sustentar os princípios expressos no Górgias). Todavia, estabeleceu forte vínculo de amizade com Dion, parente do tirano, no qual Platão acreditou encontrar um discípulo capaz de se tornar rei-filosofo. Dionisio irritou-se de tal forma com Platão que determinou fosse ele vendido como escravo a um embaixador espartano na cidade de Egina (narrando os fatos de forma mais simples, forçado a desembarcar em Egina, em guerra contra Atenas, talvez Platão tenha sido mantido como escravo). Felizmente, porém, foi resgatado por Aníceris de Cirene, que se encontrava em Egina.

Retornando a Atenas, Platão fundou a Academia (em um ginásio situado no parque dedicado ao herói Academos, de onde o nome de Academia). 0 Menon foi provavelmente o primeiro diálogo Platão a divulgar a nova Escola. Logo a Academia adquiriu grande prestigio, a ela acorrendo numerosos jovens e até homens ilustres.

Em 367 a.C., Platão voltou Sicília. Dionisio I falecera, tendo-lhe sucedido o filho Dionisio II, que, segundo afiançava Dion, poderia colaborar bem mais que o pai para a realização dos desígnios de Platão. Dionisio II, entretanto, revelou as mesmas tendências do pai: exilou Dion, acusando-o de tramar contra o trono, e manteve Platão quase como prisioneiro. Dionisio só permitiu que Platão retornasse a Atenas porque estava empenhado numa guerra.

Em 361 a.C., Platão voltou pela terceira vez à Sicília. Em seu regresso a Atenas, de fato, lá encontrou Dion, que se refugiara nessa cidade. Dion o convenceu a aceitar novo e insistente convite de Dionisio, na esperança de que, dessa forma, também ele seria recebido novamente em Siracusa. Dionisio desejava o retorno de Platão na corte com a única finalidade de completar a própria preparação filosófica. Foi, porém, grave erro acreditar na mudança de sentimentos de Dionisio. Platão teria até arriscado perder a própria vida, não fosse proteção de Arquita e dos amigos da cidade de Taranto. (Em 367 a.C., Dion conseguiu tomar o poder em Siracusa, mas por pouco tempo apenas, sendo assassinado em 353 a.C.).

Em 360 a.C., Platão retornou a Atenas, onde permaneceu na direção da Academia até sua morte, ocorrida em 347 a.C.

0s escritos de Platão chegaram até nós em sua totalidade. A disposição que lhes foi conferida, da qual nos dá conta o gramatico Trasilo, baseia-se no conteúdo dos próprios escritos. 0s trinta e seis trabalhos foram subdivididos nas nove tetralogias seguintes:

I:  Eutífron, Apologia de Sócrates, Críton, Fédon;

II: Crátilo, Teeteto, Sofista, Politico;

III: Parmênides, Filebo, Banquete, Fedro;

IV: Alcibíades I, Alcibíades II, Hiparco, Amantes;

V: Teages, Carmídes, Laques, Lísis;

VI: Eutidemo, Protágoras, Górgias, Menon;

VII: Hípias menor, Hípias maior, Ion, Menexeno;

VIII: Clitofon, Republica, Timeu, Crítias;

IX: Mino, Leis, Epinomis, Cartas.

By: Giovanni Reale

História da filosofia : filosofia Pagã  e Antiga, Volume 1 – Giovanni Reale & Dario Antiseri

Tradução Ivo Storniolo – São Paulo : Paulus. 2003.

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Equipe Redação

Redator

José de Paiva Maciel é economista, Pós-Graduado em Gestão de Projetos do Setor Público.

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José P Maciel

José de Paiva Maciel, economista e autor do Blog Inteligência Ocidental, explora temas diversos tais como: filosofia, literatura, economia, política e Life Style, oferecendo uma perspectiva ampla e interdisciplinar para enriquecer o entendimento de seus leitores.

 

 

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